… quando não sei o que postar:
1.
2.
3.
4.
5. um milagre alguma coisa sempre pode acontecer de um dia pro outro. E essa opção só não é mais #fail do que pedir ajuda pra Jess, haha.
Nem acredito que as minhas férias acabaram. Segunda eu já volto pra escola. Essas parecem ter sido as férias mais curtas de todas! Deve ser porque esse foi o ano que eu menos fiquei entediada – apesar de não ter feito nada. Último ano de colégio, ter que escutar os professores falando no vestibular o tempo todo… socorro. Tentarei sobreviver.
Oremos para que os deuses do assunto me permitam fazer um post digno na próxima vez. Amém.
30-01-2010 às 21:55 @ Por Kah Eu, Infância @ 35 Comentários
Era uma vez uma menininha no auge dos seus 6 anos. Ela tinha uma irmã mais nova e um pai que às vezes fazia suas vontades. Num lindo dia ensolarado, ela pediu a ele pra a levasse brincar numa pracinha da cidade. E ele disse que sim. A menininha, sua irmã e seu pai foram para a pracinha e logo as duas antas crianças começaram a brincar de pegar flores pela pracinha, numa competição tosca de a mais bonita ganha. Só que, como aquela praça só tinha grama, umas poucas árvores e um monte de plantas com espinhos, a competição estava difícil. As duas só achavam umas coisas cor-de-rosa que nem eram flores de verdade – eram só uns matinhos sem graça.
Foi quando a menininha da qual estou falando desde o começo viu uma flor de verdade alaranjada e bonita, no meio das plantas com espinhos. É claro que ela nem ligou pra planta com espinhos, o importante era ganhar da pirralha da sua irmã na competição. Ela se abaixou euforicamente pra pegar a flor, tomando cuidado pra não arranhar os bracinhos magrelos nos espinhos malignos. Só que ela se esqueceu que era desajeitada (ou talvez ela nem soubesse disso ainda, já que queria ser bailarina, reflitam), se desequilibrou e caiu de cara dos espinhos.
Depois disso ela só se lembra de estar em casa, deitada na cama, enquanto seu pai tentava tirar o espinho que tinha ficado na testa dela (!!!), e sem a merda da flor na mão. Quase onze anos depois a cicatriz do espinho ainda está na sua testa, ela continua desajeitada e sua família ainda se lembra constantemente do fato e ri da cara dela.
Karina Azevedo, sendo idiota desde 1999. E nem valeu a pena, já que eu não ganhei a competição. Não que fosse valer a pena se eu tivesse ganho, eu ia ter um espinho fincado na minha testa, pelamor. Enfim.
E, cara, não acredito que essa já é a minha última semana de férias. Não quero voltar pra escola ainda, socorro.



