Vou ignorar toda a minha onda de filha-emo e não vou reclamar nem falar da minha teoria (e de todos os motivos que me levam a ela) de que meus pais sempre ficam do lado da minha irmã em qualquer situação. Ao invés disso vou falar de uma coisa que me diverte muito: o Google Analytics. Não sei porque não coloquei o site no meu top 6, sério. Eu me divirto horrores olhando que pesquisas fazem as pessoas chegarem até o meu blog. Vivo postando isso no twitter, mas resolvi separar algumas pra compartilhar aqui também.
6 coisas inimagináveis:
Sabe, eu nunca ia imaginar que essas coisas fossem, de algum jeito, trazer alguém pra cá. De verdade. E foi bem difícil pegar só 6 coisas, acreditem.
1. muleconas peladas
2. a que horas do dia é reposto as miniaturas de pokemon
3. perguntas taradas para puxar assunto em msn
4. blog sou um lindo unicornio
5. minha querida vou te sequestrar……………….
6. shortinho do tchan
6 coisas Bieber&Surita:
Eu falei deles umas duas vezes aqui e eles já me renderam um monte de visistas. Vou começar a escrever o nome dos dois no fim de todos os posts, haha.
1. justin bieber professora tarada (WTF)
2. justin biber e chato e metido ou e legal e divertido?
3. dudu surita é ignorante e metido
4. odeio justin biba
5. que horas que o justin bieber ta no twitter pra eu conversar com ele
6. o colegio do dudu surita é particular
6 coisas que fazem sentido:
Finalmente, os que eu entendo o motivo de estarem lá. A maioria por causa de algum post.
1. charming/outtamind/karina azevedo
2. lista de férias
3. odeio educação física
4. meus vizinhos são muito barulhentos
5. apelidos feios
6. o que eu gosto em minha cidade
PS: Copiei exatamente do jeito que aparece no Analytics, não me culpem pelos erros tensos.
Isso é só um aperitivo da enorme lista de 154 pesquisas que já trouxeram algum cidadão a esse blog. Conclusão: o Google sofre na mão das pessoas. Muito.
Wednesday, 02-06-2010 às 21:04 @ 25 Comentários @ Por Kah Escola,Eu,Infância,Surtos @ 402 palavras
Às vezes eu me pego desejando loucamente voltar a ter sete anos. Eu passava o dia todo brincando de Barbie, correndo pela rua com minha antiga vizinha que agora se mudou e nem olha mais na minha cara quando eu falo “oi” e vendo desenho. Ir pra escola ainda era divertidíssimo e eu reclamava horrores com a minha mãe quando amanhecia chovendo oceanos e ela dizia que era melhor eu ficar em casa. Uma das minhas melhores amigas estava na minha turma e todos os dias nós ficávamos um tempão embaixo de uma árvore numa esquina conversando antes de voltar pra casa. Não tinha que me preocupar com provas nem trabalhos, e minha tarefa de todo dia era fazer tabuada e caligrafia. Nem pensava em vestibular, em escolher o curso certo, em encontrar um emprego depois. Quando me perguntavam o que eu queria ser quando crescesse eu dava a minha resposta da vez e todo mundo achava bonitinho.
Meus pais viviam me comprando presentinhos, doces e todas essas coisas. Minhas madrinhas nunca deixavam de me mandar presentes de aniversário, natal e páscoa. Eu ganhava presente de dia das crianças. Quando a gente cresce, as pessoas parecem pensar que não gostamos mais de doces e que presentes são dispensáveis quando não pedimos por eles. E ninguém era meu amigo por algum tipo de interesse.
Todo mundo acha que vai ser mais livre depois que fizer 18 anos. Eu não tenho 18 pra saber, mas liberdade é ter sete anos. Quando eu tinha sete anos, tudo era tão mais fácil.
Desculpem por isso, estava afetada pela onda de provas que eu tive na semana. Não é de Deus ter um monte de provas numa semana com um feriado na quinta. Principalmente quando não existe recesso na sexta. Sério, qual é o sentido de ter um feriado na quinta se você não pode emendar no fim de semana? Também peguei meu boletim do primeiro bimestre hoje. Acreditam que a minha média mais baixa não foi em educação física? Foi em português, o que nunca tinha me acontecido. Dá um aperto no coração olhar aquele 8,6… hunf.
E, cara, não consigo acreditar que já estamos em junho!



